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Capa
DIA NOITE
HAIKAIS
Alonso Alvarez, Camila Jabur e Fê
Estou amoroso de tanta poesia verdadeira."

Manoel de Barros



24 HAIKAIS PARA CRIANÇAS!

Um livro com duas capas,
que gira,
como o dia e a noite,
com 12 haikais
para cada período.


[ Clique na imagem para ampliar ]




haikai nasceu no Japão. É uma poesia que escuta a natureza e nos ensina o desapego e a simplicidade. Desapego porque para escutar a natureza é preciso esvaziar, deixar nossos sentimentos e opiniões de lado e simplicidade para podermos ver, simplesmente, aquilo que se mostra, tal como é, como a última flor que, de repente, se foi com o vento...

      O haikai é feito em três linhas e com no máximo 17 sílabas, com poucas palavras, mas certeiras, que a cada vez que lemos, trazem o instante vivo de volta. Para compreender o haikai é preciso kokoro, que em japonês quer dizer coração, mas um coração que é um sentir do corpo todo, um espírito aberto e livre, que as crianças conhecem muito bem.

      Por tudo isso, grandes poetas do ocidente se encantaram com o haikai. Aqui no Brasil: João Guimarães Rosa, Mário Quintana, Paulo Leminsky, Haroldo de Campos, Alice Ruiz S e muitos, muitos outros.

Camila Jabur


LITERATURA INFANTIL
Recomendado para crianças a partir de 9 anos

Editora ILUMINURAS
Ilustrações:
ISBN: 9788566257090
Formato: 21 X 21 cm
Páginas: 32
Ano: 2013


Flutuam cheios de cor os poemas de Alonso Alvarez e Camila Jabur. Quase em uníssono, as duas vozes cantam. A noite, com claridade. E com leveza, o dia."

Angela-Lago


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elemento essencial da poesia de Alonso Alvarez é a transformação que o real sofre na passagem pelas retinas do poeta. A atividade lírica é, como quer Manoel de Barros, um ato de "transfazer a natureza". Alonso consegue isso através de um olhar deformador que vê o cotidiano de forma inaugural, inesperada e, portanto, poética.

          Os seus haikais se distinguem do grosso da produção atual, cujo característico dominante é um decalquismo vazio, por sua estrutura de surpresa. O cotidiano ganha uma imagem que está além da realidade. Isso porque o olho do poeta adoece tudo que vê.

          Há uma constante nestes desenhos verbais: os elementos naturais ganham foros de ser vivo. Assim, temos: a nuvem grávida, que dá luz à primeira chuva de verão; o lago que sente frio e se arrepia sob a chuva fina; outro que pisca o olho para o poeta ao ser tocado por uma folha morta, num pacto de intimidade; o vento desajeitado que tenta segurar uma flor com suas mãos potentes; outro vento que se suja de terra numa brincadeira de roda; ou ainda aquele que entra em casa correndo, batendo portas, fugindo da chuva; a luz que aparece antropomorfizada — ela é dotada de voz numa metamorfose que embaralha os sentidos, o visual se torna auditivo; a cortina florida, esvoaçante, que é vista como uma primavera ao vento, numa nítida passagem do artificial para o vivo.

          Tal tendência de deformar poeticamente o real revela um poeta que busca ler as sugestões da paisagem, e não representá-la de forma fiel e subserviente. Adepto de uma visão poética adoecida, Alonso enxerga as coisas como parecem ser e não como são. Isso, entretanto, não implica em superficialidade, mas em consciência do papel de desleitura que cabe à arte.

          Na maioria das vezes o poeta doa uma condição humana aos elementos naturais (como, por exemplo, num dos haikais em que o sol se veste atrás dos prédios). Este recurso que se limita com o maravilhoso é o efeito de um desejo de promover a comunhão entre dois pólos conflitantes. No Ocidente prevalece a seguinte fórmula: "humano x natura". Alonso escolhe uma equação oriental: "humano + natura". A mudança de sinais aparece nesta doação de atributos humanos à natureza.

          Há um haikai que é antológico:

terreno baldio
o poente
e uma placa: vende-se


          Aqui estamos diante de um quadro urbano tão comum que nos surpreende a leitura descristalizadora do poeta. O terreno baldio é um oásis no deserto citadino, pequeno laboratório de natureza, engendrando formas vivas e rebeldes. O que está à venda não é apenas um imóvel, mas a própria natureza: o poente, que pode ser visto graças ao terreno vazio, e as plantas daninhas. Uma simples placa de anúncio comercial revela a ele a implacabilidade da era urbana. A sua poesia resgata a natureza, pois a vê não como inimiga, que deve ser vencida, devastada, mas como irmã (daí o motivo de aparecer com atributos humanos).

          O choque desencadeado por uma visão inaugural torna saboroso o livro de haikais de Alonso, que, mesmo trabalhando temas milenares (este é o desafio do haikai) consegue criar novas e inusitadas formas de expressá-los.

Resenha para o livro HÉ-Haikais
MIGUEL SANCHES NETO
Escritor






MESMO TRABALHANDO TEMAS MILENARES (ESTE É O DESAFIO DO HAIKAI) CONSEGUE CRIAR NOVAS E INUSITADAS FORMAS DE EXPRESSÁ-LOS


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